INFORMATIVO

COMUNHÃO: IGUAIS, PORÉM, DIFERENTES!

COMUNHÃO: IGUAIS, PORÉM, DIFERENTES!

SOB O NOVO MANDAMENTO.

Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:34-35)

 

            Crescer em comunhão é o nosso alvo neste trimestre, sem dúvidas, porém, conforme já aprendemos, a nossa comunhão com Deus é a base para o nosso relacionamento com o próximo e com os irmãos. De fato, sem comunhão vertical, não existirá comunhão horizontal (1ª João 4:20-21). A nossa comunhão uns com os outros está diretamente ligada à nossa salvação, à nossa reconciliação com Deus. Como disse o apóstolo João: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1ª João 1:7). 

            É fato que o pecado não deixou nada intacto nem no homem e nem no universo, tudo foi contaminado. Todos somos pecadores e nesse sentido, todos somos iguais. Contudo, os que nasceram em Cristo, vivem sob o novo mandamento e são diferentes. Infelizmente, as imperfeições existem! Não existe Igreja (“visível”) perfeita! Entretanto, sob o novo mandamento, a Bíblia nos desafia a vivermos, na Igreja, uma experiência diferente. As imperfeições podem ser superadas, as fraquezas podem ser fortalecidas, o incompleto pode ser completado, as barreiras podem ser derrubadas, o passado pode ser vencido (no presente) pelas certezas do futuro. Esse é o propósito da comunhão!

            A Igreja é lugar de relacionamentos mútuos, que visam à unidade do corpo e a edificação de cada membro, como explica o apóstolo Paulo, escrevendo aos efésios (Efésios 2:19-22 e 4:15-15).

            À luz da Bíblia podemos ver que a proposta de Deus para a eficácia dos relacionamentos na “família da fé” (a Igreja) está na mutualidade. Na “família de Deus”, a experiência de cada membro é uma via de mão dupla, de mutualidade. Como membros do “corpo de Cristo”, somos também, “membros uns dos outros” e, portanto, inevitavelmente, temos responsabilidades mútuas. Não é sem propósito que a Bíblia diz: “alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram” e “exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” e, completa com severa advertência: “se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos” (Romanos 12:15;  Hebreus 3:13; Gálatas 5:15).

            Já sabemos que enquanto o pecado fizer parte da nossa história, os problemas e conflitos existirão e sempre dificultarão a nossa comunhão uns com os outros. Não há dúvidas de que a mutualidade é a resposta de Deus para que os Seus filhos (os membros da Sua família) construam relacionamentos saudáveis e vivam em comunhão como Ele quer.

            Biblicamente, quando falamos de comunhão uns com os outros, estamos falando da proposta de Deus para vencermos o pragmatismo e a superficialidade e, experimentarmos um nível (uma dimensão) mais elevado da vida cristã, com verdadeira “exortação em Cristo, consolação de amor, comunhão do Espírito [e] entranhados afetos e misericórdias”. A comunhão uns com os outros, conforme ensinada na Bíblia, basicamente contribui para a valorização dos relacionamentos; a preservação da unidade do Corpo de Cristo; o crescimento coletivo e individual dos membros e, também, para promover o serviço cristão.

            A Igreja como organização é igual a todas as outras porque, como as demais, é formada de pecadores; contudo, concomitantemente, como organismo (Corpo de Cristo) é diferente, e como tal, busca preservar a unidade, manifestar a diversidade e viver em comunhão (mutualidade).

            Assim sendo, a Igreja será diferente e fará a diferença à medida que compreender e praticar a verdadeira comunhão entre os irmãos. “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Salmo 133:1).

            Lembremo-nos, sempre, da recomendação do Senhor Jesus: "Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros" (João 13:34-35). Faça o seu melhor na comunhão!

Rev. Marcos Antonio Serjo da Costa

Pastor Sênior da IPC


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