INFORMATIVO

A MARAVILHOSA GRAÇA DE JESUS

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens”(Tito 2:11).

John Newton, um traficante de escravos convertido ao Senhor Jesus Cristo, quase no final da sua vida disse: "Minha memória já quase se foi, mas eu recordo duas coisas: Eu sou um grande pecador, Cristo é o meu grande salvador". Newton morreu em 1807 e em sua lápide se lê: "John Newton, uma vez um infiel e um libertino, um mercador de escravos na África, foi, pela misericórdia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, perdoado e inspirado a pregar a mesma fé que ele tinha se esforçado muito por destruir".

Certo de que a sua transformação e salvação foi obra exclusiva da graça de Deus em Cristo Jesus, John Newton, em 1772 (há quase 250 anos) compôs o hino “Amazing Grace” (“Graça Maravilhosa”), que de certa forma, imortalizou o seu testemunho. Trata-se de um dos hinos mais famosos e populares do mundo. Este hino levantou muitas cabeças, amoleceu muitos corações, quebrantou milhares e milhares de pessoas, submetendo-as ao Senhorio de Cristo, “o Deus de toda a graça” (1ª Pedro 5:10).
De fato, a “Maravilhosa Graça” de Deus tem esse poder para consolar, corrigir, para transformar um traficante de escravos em libertador de almas, para dar nova vida e vida em abundância, aos que dantes estavam mortos em seus delitos e pecados.
Em verdade, como bem expressou C.H. Spurgeon, “a Graça de Deus, como as grandes montanhas, não pode ser dimensionada! Assim como as profundezas do mar, ela nunca pode ser compreendida e, como o espaço, ela nunca pode ser medida! Ela é, como o próprio Deus, maravilhosa, incomparável, sem limites”.
É exatamente a “Graça”, a característica distintiva da verdade do Evangelho de Cristo. “Toda a Bíblia e toda a história do povo de Deus, se resumem em uma só palavra: Graça” (C. S. Lewis).
O Evangelho é a história do Deus que se revela e nos vem com um dom gratuito: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8, 9).
A Bíblia ensina que o pecador é justificado unicamente pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo. Neste caso, a graça é o favor divino que o homem não merece, mas que, em Sua Soberania e Bondade, Deus quer dar-lhe. A salvação é obra de Deus, não do homem. Paulo diz: “Se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6).
O homem estende a mão vazia para receber, não a mão cheia para oferecer. Não tem nada a oferecer em troca de sua salvação. Tampouco pode cooperar com a graça divina para salvar-se. Ele está morto em seus delitos e pecados. Somente se dispõe a receber o favor de Deus.A salvação sempre foi, é, e sempre será, pela graça! Graça que vem em plenitude na pessoa de Jesus Cristo (João 1:17). Cristo é o dom inefável de Deus ao mundo. O homem só encontra salvação em Cristo, nunca à parte de Cristo.
A salvação do homem pecador indigno é pela graça e a graça de Deus é recebida pela fé. A fé é o meio da salvação. “[…] mediante a fé e isto não vem de vós, é dom de Deus”(Efésios 2:8). A morte de Cristo na cruz é a causa meritória da nossa salvação, a fé é a causa instrumental. Não somos salvos por causa da fé, mas mediante a fé. Somos salvos pela morte de Cristo na cruz e recebemos essa salvação por intermédio da fé. A fé é a apropriação da salvação pela graça. Não é fé na fé, mas, fé em Cristo, o Salvador. A fé é a mão estendida para receber a salvação, o presente de Deus.
O Deus do Evangelho é o único que ama pecadores. No Evangelho é Deus quem busca o homem; é Deus que paga o preço; É Deus quem se sacrifica.
O Evangelho se enche de beleza e relevância quando ensina que a graça de Deus é gratuita, suficiente e, é oferecida, sem acepção, a todos os pecadores. Em outras palavras, a graçanão é uma conquista, é uma dádiva. Ela cumpre totalmente todas as exigências do Deus justo e cobre por completo nossas dívidas, não restando nada mais a ser liquidado. Assim sendo, uma vez salvo pela graça não há mais condenação nem culpa.
Portanto, tudo que o homem pecador indigno precisa fazer ése aproximar de Jesus Cristo com seus pecados, suas culpas, suas carências, suas faltas, seus fracassos, seus fardos. Vir à Ele como está: cansado, machucado pela vida, sem perspectiva, sem destino, sem projetos, enfim, perdido sem salvação.
Deus em Cristo nos aceita com todos os nossos pecados, vícios, defeitos e faltas, entretanto, como bem expressou Max Lucado: “[...] se recusa a deixar-nos desta forma”. Portanto, “acheguemo-nos, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:16).

 

Rev. Marcos Antonio Serjo da Costa
Pastor Sênior da IP Cuiabá


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